Missão aos EUA fortalece posicionamento do Rio Grande do Sul no cenário internacional de investimentos
Infraestrutura, inovação e concessões pautam agenda liderada pelo governador Eduardo Leite em Nova York e Washington
O Governo do Rio Grande do Sul encerrou nesta sexta-feira (15) a missão internacional liderada pelo governador Eduardo Leite aos Estados Unidos, com avaliação considerada altamente positiva pela comitiva estadual. Ao longo da semana, o Estado participou de uma intensa agenda de reuniões, fóruns e encontros estratégicos em Nova York e Washington voltados à atração de investimentos, à ampliação de parcerias e ao fortalecimento do Rio Grande do Sul no cenário internacional de negócios.
A missão teve como principal objetivo apresentar o potencial econômico do Estado, sua carteira de projetos estruturados e as oportunidades abertas em áreas como infraestrutura, inovação, energia, logística, concessões, parcerias público-privadas (PPPs) e reconstrução resiliente. Segundo o governador, o Rio Grande do Sul conseguiu ocupar posições de destaque nos debates internacionais sobre investimentos e desenvolvimento.
“O balanço da missão é extremamente positivo. O Rio Grande do Sul esteve presente nas principais mesas de debate sobre oportunidades de investimentos no Brasil, mostrando ao mercado internacional que temos projetos estruturados, segurança jurídica, responsabilidade fiscal e um ambiente favorável para novos negócios”, afirmou Leite.
Estado reforça agenda tecnológica
Em Nova York, a comitiva gaúcha participou da programação da Brazilian Week e realizou reuniões com grandes grupos financeiros e empresas globais de tecnologia e inovação. Entre os encontros, ocorreu agendas com a IBM e a Amazon Web Services para discutir oportunidades de ampliação de investimentos em tecnologia, inteligência artificial, inovação e infraestrutura digital no Rio Grande do Sul. O governo também manteve interlocução com os bancos JPMorgan Chase e Goldman Sachs sobre o cenário econômico, a estruturação de projetos, o ambiente regulatório e a possibilidades de atração de capital privado para iniciativas estratégicas do Estado.