Canguçu, sexta-feira, 26 de junho de 2026
Menu

Polícia Civil de Canguçu prende em Pelotas investigado por estupro de vulnerável

Homem é suspeito de ter cometido sucessivos abusos sexuais contra a vítima durante anos; prisão preventiva foi cumprida com apoio da DPCA de Pelotas


A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Canguçu, prendeu nesta sexta-feira (26), em Pelotas, um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação contou com o apoio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Pelotas e deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário após representação do delegado Luciano de Souza Cabrera, responsável pela investigação.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações reuniram robustos elementos de prova que apontam que o investigado teria submetido a vítima a sucessivos abusos sexuais durante anos, em contexto familiar. Conforme a apuração, a gravidade dos fatos e os elementos colhidos ao longo do inquérito evidenciaram a necessidade da prisão preventiva para garantir a ordem pública, a instrução criminal e a proteção de possíveis vítimas.

Policiais civis da Delegacia de Polícia de Canguçu deslocaram-se até Pelotas, onde localizaram e prenderam o investigado com apoio operacional da DPCA. Após a captura, o homem foi encaminhado para exame de corpo de delito e, posteriormente, recolhido ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

O delegado Luciano de Souza Cabrera destacou que a prisão representa uma resposta firme da Polícia Civil diante de crimes de extrema gravidade e reforça o compromisso da instituição com a proteção de crianças e adolescentes. Segundo ele, a responsabilização de autores de violência sexual contra pessoas vulneráveis é prioridade da Polícia Civil, que atua de forma técnica, rigorosa e integrada com a rede de proteção para assegurar a efetiva tutela das vítimas.

A Polícia Civil ressalta que denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes podem ser comunicadas às autoridades para que sejam apuradas e as vítimas recebam a proteção necessária.