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Morre canguçuense dono de bar baleado em Pelotas

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O Canguçu Online entrou em contato com Eva Cardoso, que é irmã de João Orlando, nascido no Iguatemi, 2º Distrito de Canguçu. Ele foi morto a tiros em seu estabelecimento comercial no bairro Areal, em Pelotas, na noite de domingo (20). Eva informou que Jojo, como era conhecido em seu bairro, era um homem muito querido e brincalhão, dedicado a sua família e amigo de muitas pessoas no bairro e arredores.

Jojo promovia domingueiras dançantes e churrascos para a comunidade que frequentava o bar. Ainda segundo a irmã da vítima, o suspeito de ser o autor dos disparos, identificado inicialmente pelas iniciais A.S.S.F., teria atirado em João Orlando por não querer pagar uma dívida de R$ 15 que havia consumido no estabelecimento. O dono do bar teria pedido ao autor dos disparos que pagasse a comanda, e o homem teria se revoltado e ido até a casa onde reside e buscado uma arma.

Ao retornar ao bar, o suspeito A.S.S.F. efetuou tiros que acertaram o peito da vítima e, outros dois, na barriga. Ainda segundo Eva Cardoso, Jojo não esboçou nenhuma reação porque não esperava tal atitude do homem.

FOTOS: A rotina de João Orlando no Boteco do Jojo:


Veja a matéria publicada no jornal Diário Popular:

Morreu no início da madrugada desta segunda-feira (21), o Canguçuense que foi vítima de disparo de arma de fogo, João Orlando Cardoso, 53 anos. Ele foi um dos cinco baleados na noite de domingo, na rua Mário Peiruque, bairro Areal, em Pelotas. Segundo a ocorrência policial, o crime foi em decorrência de uma briga entre um frequentador da festa (que transcorrida em um bar desta às 10h) e o dono.

Segundo testemunhas, o autor A.S.S.F., 45 anos, não queria pagar a dívida que tinha no estabelecimento e “foi corrido” pelo proprietário. Às 20h10min, o devedor teria retornado ao local e atirado em Orlando, que foi atingido na barriga. Mais dois homens acabaram feridos, sendo que deles fugiu em um carro da cor prata e teria levado a arma. A delegada substituta da Delegacia de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP), Lisiane Mattarredona diz que é preciso analisar as circunstâncias para fazer algum apontamento.

O outro baleado foi o autor dos disparos que acabou esfaqueado no rosto e está preso e sob custódia da polícia no Pronto-Socorro de Pelotas (PSP). O delegado de plantão, Ivan Caldas Salengue, deu início às investigações. Este é o 48º crime homicídio do ano registrado em Pelotas.

Canguçu Online com informações do Jornal Diário Popular.

 

 

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