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De mãe para filha: conheça a história da confeiteira Ludmila Zanetti

Profissional atua como confeiteira em Canguçu há seis anos

A confeitaria é um ramo versátil e tem se tornado uma atividade muito procurada pelos canguçuenses. Aliando primor e satisfação, o ramo da gastronomia transformou a vida de Ludmila Zanetti que, há seis anos, decidiu empreender a partir de uma busca familiar. Ludy, como é conhecida, estava à procura de uma área de atuação que a possibilitasse passar mais tempo com sua filha.

Confeitaria: como tudo começou

Foto: Vivian Domingues Mattos

Antes de ser confeiteira, Ludy passou por alguns problemas gestacionais, durante a gravidez da filha, e, por conta disso, precisou sair do emprego em que estava. Assim que a pequena Alana nasceu, decidiu que participaria mais da vida da filha, mas sem que perdesse sua independência financeira.

Em casa e com a filha recém-nascida, viu em uma das tarefas do dia a dia, a confeitaria, uma forma de trabalho. Com apoio de sua família, Ludy viu no amor pela pequena Alana o início de uma grande paixão, passando de mãe e esposa que já era, para também atuar como a confeiteira Ludmila Zanetti.

Ludmila atua como confeiteira em Canguçu há seis anos (Foto: Vivian Domingues Mattos)

A empreendedora fundou a “Confeitaria da Ludy”, começando na produção de encomendas de bolos, tortas, docinhos, salgados e bolachas. Devido ao aumento na demanda de trabalho e por ser receptiva, recebeu de conhecidos muitos pedidos de aulas sobre confeitaria.

As propostas foram ficando cada vez mais frequentes e isso a motivou seguir uma nova etapa na profissão. Através de cursos profissionalizantes, passou a oferecer qualificações gastronômica em confeitaria.

De mãe para filha

Ludy e sua inspiração, a filha Alana (Foto: Vivian Domingues Mattos)

Como principal incentivo ao começo da carreira como confeiteira, a pequena Alana Zanetti, de seis anos, acompanha a mãe desde que nasceu e atualmente costuma participar dos cursos junto à mãe. “Ela está sempre presente, é a minha inspiração”, diz. Ludy conta que costuma passar pequenos valores para a filha. “Quero que ela saiba valorizar as coisas que tem, entenda o esforço do meu trabalho”, enfatiza.

Foto: Vivian Domingues Mattos

Ao iniciar sua trajetória enquanto profissional que ensina outras pessoas a se tornarem confeiteiras e confeiteiros, ela sempre deixou muito claro que entende a dificuldade de conciliar uma formação em meio à jornada diária de trabalho que a maioria dos pais e mães tem.

Por esse motivo, os alunos têm a possibilidade de levar os pequenos para acompanharem as aulas. Deste modo, os estudantes não são excluídos deste processo.

 

Amor pela profissão

Ludmila, Alana e Neti Araújo durante formação no curso “Boleiras de Sucesso” (Foto: Vivian Domingues Mattos)

Para Ludmila, atuar como confeiteira é um sonho realizado. Ela sempre se considerou uma mulher focada, conta que entrou na área pela filha, mas hoje a confeitaria é uma de suas principais paixões. “Acredito no que faço e faço com amor, acho que isso é o que me motiva. Ensinar as pessoas a contemplarem o trabalho de suas próprias mãos, com amor e leveza”, afirma.

Foto: Vivian Domingues Mattos

Para além da profissão, a sua atuação no ramo já formou diversos profissionais ativos no mercado. “Cada feedback que recebo sobre como minha contribuição foi importante para o trabalho das pessoas, me sinto motivada a continuar e sei que estou no caminho certo.”

 

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