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[Voz Canguçuense] Luiz Almeida: um novo 15 de outubro

Por Luiz Almeida

Renomados teóricos, os quais suscitam discussões sobre a pertinência futura da educação, reverberam sobre a importância da associação do conteúdo coma realidade. Isso não é novidade nenhuma para os educadores…

Repentinamente, tivemos de repensar a metodologia e a discussão acerca dos processos da sala de aula. A educação é o organismo mais vivo da sociedade. É ela quem dita os capítulos história, bem como apontou-nos novas formas de entender o mundo.

O processo educativo tem uma finalidade crítica social e isso, é lindo.

Tornei-me professor por causa de todo aqueles com quem convivi no ambiente escolar. Somos os semeadores mais assertivos. E a educação? Ah! Ela é uma árvore – pomposa, desafiadora e mutável – em constante crescimento. Por esse prisma, nossos educandos, de modo que floresçam, necessitam de união, ética e humanismo como fertilizantes.

A união faz com que os pontos de vista tornem-se propósitos a serem realizados. Nós fomentamos as condições, potencializadas de modo tão único, para que os alunos – na sua singularidade
– tornem-se cidadãos pertencentes da sua condição social.

A ética revela ao aluno sobre a importância do discurso, sendo o exemplo, um instrumento inspirador. Essa difícil missão de educar contempla, diariamente, um autoexame das nossas atitudes, linguagens e conduta. Entre todos os sustentáculos desse universo, o humanismo torna-nos sensíveis.

Acima de qualquer posição no processo educativo, somos nós parte do instrumento reflexivo de um todo. É na escola onde aprendemos lições valiosas e, também, ressignificamos o nosso lugar perante a sociedade.

O professor é o cerne de um processo de gerir histórias.

Toda o aluno cresce não somente com a maneira como a semente é lançada, mas também segundo os cuidados que recebe. O educar e o aprender são fenômenos que são sustentados uma poderosa raiz. Sem eles, em todas as dimensões do ser humano, seríamos pessoas alienadas e sem significância social.

Entre todas as esferas sociais e mecanismos que permitam a mudança, a educação (em especial, nesta data, os professores inseridos neste contexto) é o semear de diferentes árvores. Logicamente, sabemos que os alunos, como os galhos dela, irão crescer nas mais variadas direções, mas com a mesma raiz: o amor.

Texto: Luiz G. H. Almeida

Professor, Palestrante, Cronista, Locutor. Bacharelando em Jornalismo-UCPEL. Bacharelando em Letras (Redação e Revisão de textos) – UFPEL.

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