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Dos grupos musicais à carreira solo, como Guilherme Mota se consolidou na música regional

Conheça a trajetória do músico que reside em Canguçu desde a infância

A carreira do músico Guilherme Mota, natural de Rio das Pedras – São Paulo e criado em Canguçu desde a infância, começou em 2012. Mas o contato com a música vem de muito antes. “A música está em minha vida desde as primeiras palavras” relembra.

Guilherme aprendeu a tocar violão sozinho, no quarto, com instrumento emprestado. Desde esta época, nutria o desejo de tocar em bares e restaurantes. “Amo música e gosto de todos os estilos musicais. Sempre visualizei no acústico uma maneira de poder expressar minha sonoridade e as coisas que eu gosto em relação a estilo musical”, reforça o músico.

Início da carreira

Guilherme começou a se apresentar muito cedo em eventos escolares e promovidos pelo município de Canguçu. Logo no início da carreira, participou de grupos de pagode canguçuenses, como Grupo TôH Zuando, Pagode dos Guri e OstentaSamba.

“Tenho muita gratidão pelas coisas que aprendi com meus colegas de trabalho dessa época” enfatiza. Alguns anos depois, em 2015, o músico que reside em Canguçu participou das audições do programa XFactor Brasil, em São Paulo.

“Infelizmente, não consegui prosseguir para as fases do ao vivo, mas carrego uma experiência incrível” ele conta que essa participação no programa abriu espaço para inovar e dar início ao projeto David e Guilherme.

Músicas autorais

A iniciativa consistia em formar uma dupla musical com David. Em 2016, os dois começaram a se apresentar em Pelotas, “tive uma trajetória linda com a dupla David e Guilherme”. Juntos, os artistas possuem duas músicas autorais no YouTube, “O negócio é ser solteiro” e “Lágrimas de Cerveja”.

As composições fizeram tanto sucesso que tocaram em diversas rádios da região. Atualmente, possuem mais de 500 mil visualizações nas mídias sociais. Nessa mesma época tocamos em diversas casas de show renomadas em Pelotas e região, inclusive com uma audição na Woods em Porto Alegre.

Carreira solo

O músico conta que já viveu muitas experiências ao longo da carreira, mas que atualmente segue um projeto solo e, também, faz parte dos vocais da Banda PomerBrass do Posto Branco, no interior de Canguçu.

“As festas de comunidade me aproximaram muito do pessoal do interior e me ensinaram muito sobre acolhimento, sou muito grato a todas experiências que passei com a banda” comemora.

Sobre a atuação neste momento reforça que vem trabalhando com o formato voz e violão e sempre busca por inovação. Enquanto realizava os projetos que descreveu, em grupo, não deixou de se apresentar em lugares onde o acústico era o foco, como pubs, bares, restaurantes e eventos sociais.

“A variedade no repertório e o fato de trabalhar com pedidos durante o show, creio que seja um diferencial. Consigo ter uma versatilidade grande de repertório e dificilmente deixo de tocar algum estilo que o público pede durante as apresentações” define.

Fotos: divulgação / arquivo pessoal

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