Canguçu, sábado, 7 de março de 2026
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Governo do RS realiza pagamento residual do Programa Família Gaúcha

Repasse conclui primeira etapa da transferência de renda às famílias beneficiárias


Na sexta-feira (9), o governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), concluiu o primeiro pagamento da transferência de renda destinada a participantes do Programa Família Gaúcha. Foram contempladas 120 unidades familiares, somando R$ 27.350.

No dia 30 de dezembro de 2025 foi realizada a primeira etapa do pagamento, para 9.925 famílias, fechando em mais de 10 mil beneficiadas. Os contemplados receberam o valor de R$ 200 por meio do Cartão Cidadão, emitido pelo Banrisul. Para as famílias com crianças de 0 a 6 anos incompletos, o valor repassado foi de R$ 250. O total destinado é de R$ 2.299.600,00.

O apoio financeiro integra as ações do programa, cujo foco principal é o acompanhamento continuado dos núcleos familiares, que inclui visitas domiciliares, articulação com políticas públicas e fortalecimento da autonomia dos beneficiários. A transferência de renda será realizada ao longo da vigência do programa, condicionada à participação contínua do grupo atendido nas ações previstas.

Cartão Cidadão

O Cartão Cidadão é o mesmo utilizado em outros programas do governo do Estado. Ele funciona exclusivamente na modalidade débito, para compras em estabelecimentos comerciais que aceitem Banrisul/Banricard, por meio da máquina Vero.

A retirada do cartão deve ser feita na agência do Banrisul indicada para o município de residência da família. O canal oficial de atendimento do Cartão Cidadão para os beneficiários do Programa Família Gaúcha é o call center da Secretaria da Fazenda (Sefaz), pelo telefone 0800 541 2323. Em caso de dúvidas adicionais, as famílias também podem procurar seu Agente de Desenvolvimento da Família (ADF).

Famílias beneficiadas e ação inédita do Estado

As famílias beneficiadas do programa foram selecionadas com base em critérios técnicos, utilizando indicadores como o Índice de Vulnerabilidade das Famílias do Rio Grande do Sul (IVF/RS), que considera fatores como composição familiar, condições habitacionais, escolaridade, trabalho e renda. A inscrição no Cadastro Único também é requisito para participação na iniciativa.

Cada família é acompanhada por um Agente de Desenvolvimento da Família (ADF), responsável por elaborar, junto ao Comitê Local Intersetorial, o Plano de Autonomia Familiar, considerando as necessidades específicas de cada núcleo para a superação das vulnerabilidades identificadas.

Antes da criação do Programa Família Gaúcha, o Estado não contava com uma política pública de acompanhamento tão próximo e intersetorial das famílias em situação de vulnerabilidade social. O principal objetivo do programa é promover a emancipação social, fortalecendo a autonomia e ampliando o acesso a direitos.

Fonte: Governo do RS