Canguçu, sexta-feira, 6 de março de 2026
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Governo do RS reforça segurança nas penitenciárias com atuação de cães de trabalho

Em 2025, os chamados K9 participaram de 93 operações


A atuação de cães de trabalho é uma estratégia fundamental para o reforço da segurança nos sistema prisional gaúcho. O emprego destes animais em operações, de forma preventiva e repressiva, contribui para a manutenção da ordem e da disciplina, além de reduzir riscos aos servidores durante a atividade. Em 2025, os chamados K9 participaram de 93 operações em unidades.

A participação do Grupo de Operações com Cães (GOC), em procedimentos de intervenção prisional, tem impacto psicológico com sua presença ostensiva. Eles são treinados para, caso sejam empregados, realizem a contenção dos internos, além da identificação de ilícitos.

Atualmente, são 18 cães de trabalho e 10 policiais cinotécnicos atuando na Polícia Penal. Existem sete canis no sistema prisional gaúcho — 2ª, 7ª, 8ª e 9ª regiões penitenciárias —, além dos canis setoriais da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), da Penitenciária Modulada Estadual de Osório (PMEO) e do Presídio Estadual de Erechim.

Mais investimentos

Em paralelo à ampliação das estruturas físicas dos canis, a Polícia Penal tem intensificado os investimentos em equipamentos para o fortalecimento das atividades do GOC. Em 2024, foram adquiridos e entregues materiais como mordedores, macacões de proteção, peitorais de tração, bastões de estalo, colares de aço inox e guias de lona e de nylon. O investimento totalizou R$ 37.559,00.

Além do emprego operacional, a Polícia Penal conta com cães treinados especificamente para a detecção de drogas, armas, aparelhos celulares e outros materiais ilícitos. Para qualificar ainda mais esse trabalho, o governo do Estado investiu, também em 2024, R$ 55 mil na aquisição de dez kits auxiliares de detecção — material importado e considerado um dos mais avançados na área.

Fonte: Governo do RS