Câmara aprova Frente Evangélica e Frente de Desenvolvimento Econômico
Iniciativas visam promover o diálogo com a comunidade evangélica e fomentar o crescimento econômico local.
Durante a Sessão Ordinária da última segunda-feira (30), a Câmara Municipal de Canguçu aprovou a criação de duas novas Frentes Parlamentares que visam fortalecer o diálogo institucional e promover políticas públicas voltadas para temas estratégicos da comunidade local. Foram instituídas, por meio de Decretos Legislativos, a Frente Parlamentar Evangélica e a Frente Parlamentar em Defesa do Desenvolvimento Econômico.
A Frente Parlamentar Evangélica, proposta pelo vereador Ritiéli Lima Sampaio (Republicanos), tem como objetivo promover debates, acompanhar políticas públicas e preparar iniciativas voltadas à promoção da fé cristã, à liberdade religiosa e à valorização da vida, da família e dos princípios morais cristãos. A frente também busca fortalecer parcerias entre o poder público e instituições evangélicas, promovendo ações sociais, educativas e assistenciais voltadas à população em situação de vulnerabilidade.
A composição da frente conta com os vereadores Ritiéli Sampaio (Republicanos), que atuará como coordenador, Márcio Schwartz (PP), Darci Röpke (PP), Mauro Silveira (MDB) e Marcelo Maron (PL).
Já a Frente Parlamentar em Defesa do Desenvolvimento Econômico, de autoria do vereador Mauro Silveira (MDB), foi criada para fomentar ações e discussões voltadas ao fortalecimento da economia local. A proposta visa promover o crescimento sustentável, apoiar o empreendedorismo, incentivar a inovação e melhorar o ambiente de negócios no município.
Entre os objetivos da frente estão a promoção de audiências públicas, a articulação com setores produtivos e o acompanhamento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico. Também farão parte da frente os vereadores Marcelo Maron (PL), Paulo Bauer (MDB) e Diego Wolter (MDB).
As duas frentes terão atuação suprapartidária e poderão dialogar com entidades da sociedade civil, órgãos públicos e instituições privadas. Ambas estarão em vigor até o final do ano legislativo de 2025, podendo ter suas atividades prorrogadas por decisão do plenário.